quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Sede.
E foi assim, meio ano dele. Me aquecendo em seu corpo, bebendo de sua saliva, me alimentando de sua carne. Meio ano de reencontro, aquilo que minha alma ansiava desde antes do nascimento. Tudo tão intenso, tão meu, tão nosso. Onde até os desentendimentos eram prova de amor, reafirmação de necessidade um do outro. Dias em que minhas manhãs ficaram mais lindas e os dias mais lentos quando não estávamos perto, e se estávamos, já era saudade por ter que espera-lo novamente. E quando acho que transbordei de amor é somente achismo. Estou vazio. Quero ele até a última gota, até matar a sede, essa sede estranha. Sede de alma, de peito, que seca a boca. E se amor é sede, ele e a fonte de minha inspiração. Te amo!
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