quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Manhãs de Setembro.

Naquele bar, depois de algumas doses e de fumar o último cigarro. Aquele último cigarro amassado no bolso de seu Jeans desbotado. O menino decide não querer guerra.-Não por hoje. Os primeiros raios da manhã anunciavam a chegada de um novo dia. Levantou-se, chamou o garçom. Pagou o que devia. Sentindo a neblina ainda do início do dia põe sua jaqueta, vira as costas e vai embora. Parte em silêncio pelas ruas da cidade.

Nenhum comentário:

Postar um comentário