domingo, 21 de agosto de 2011

O dia começou cinza, triste e frio assim como minha alma, alma molhada, molhada por lágrimas, lágrimas essas que não sei, de onde vem, pois tudo está seco. Um rio transborda-se em meu interior e escorre pelo meu rosto, rio de angústia, tristeza e dor, rio de lágrimas.Esse mesmo rio me afoga, afoga em águas desconhecidas, águas escuras, profundas, gelada, chego a sentir nos ossos  a dura sensação de morte, é quase real, palpável, não a morte física, antes fosse, morte de sonhos. Hoje o dia está mais lento, tudo está mais lento, o tempo, os carros, o vento, as nuvens, a vida, ninguém se olha, ninguém se entende, eu não me entendo.

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